Conheça o Projeto

Conheça o Projeto

REFORMULAÇÃO da Praça Olinto da Fonseca para melhor fluxo do trânsito e de pedestres.

FONTE Homenagem ao produtor rural que participa do projeto “Conservador das Águas”

FEIRA DO PRODUTOR RURAL será mantida, ocupando a parte da frente da igreja

PONTO DE TÁXI passa a ocupar a frente do CIT - Centro de Informações Turísticas

MOSAICO DE ROSAS simbolizando a Rota das Rosas e Santa Rita de Cássia, padroeira da cidade

MOSAICO DE ROSAS simbolizando a Rota das Rosas e Santa Rita de Cássia, padroeira da cidade

FEIRA DO PRODUTOR RURAL será mantida, ocupando a parte da frente da igreja

BICA Escultura Flautista (Homenagem à Cultura e à Música)

Replantio das CEREJEIRAS homenagem à imigração japonesa em Extrema

CORETO remetendo à memória coletiva da população sobre as praças públicas

MELHOR CIRCULAÇÃO de pedestres na parte posterior da igreja

Preservação das 3 PALMEIRAS Valorização da Arquitetura

Criação de pequeno ANFITEATRO em frente à Escola Estadual Odete Valadares

MOSAICO simbolizando a Árvore da Sabedoria

VALORIZAÇÃO DA FACHADA da Escola Estadual Odete Valadares

PADRONIZAÇÃO DO USO das calçadas por restaurantes e bares, garantindo o percurso de pedestres

Execução:
RX CONSTRUTORA LTDA EPP.
Empresa licitada conforme Tomada de Preços
Nº 000015/2018 de 10/01/2019
Processo Nº 000331/2018

Projeto doado pela arquiteta Marina Vizini | CAU-A 85747-5

história das praças

A história dos espaços que correspondem à Praça Presidente Vargas (antigo Largo da Matriz) e à Praça Coronel Simeão está associada à consolidação do núcleo de povoamento que deu origem ao Município de Extrema. De acordo com documentos localizados no Arquivo da Cúria Metropolitana de São Paulo e no Arquivo Paroquial de Camanducaia, a Capela de Santa Rita foi erigida nas proximidades do Registro do Jaguari, um dos postos fiscais que foram implantados na atual região Sul de Minas Gerais por determinação datada de 1764, de Luís Diogo Lobo da Silva, então Governador da Capitania de Minas Gerais.

Atravessadas por antigas estradas que davam acesso a Camanducaia, a Vargem e às regiões do Salto, essas praças já abrigaram, em seu entorno, construções significativas para a história local, como: o antigo cemitério paroquial, um posto fiscal, antigas residências, empreendimentos comerciais, prédios escolares, a primeira sede da Administração Municipal, entre outros.

Como palco de acontecimentos que marcaram a memória dos moradores de Extrema, as referidas praças consolidaram-se, ao longo do tempo, como os principais locais de sociabilidade do povoado, servindo como cenários para festas religiosas e cívicas e como locais de encontro dos moradores em momentos de trabalho, de devoção, de luto e de lazer.


Dados: Secretaria de Cultura - Divisão de História

Imagens: Acervos da Família Bertolotti, do Sr. Bira Brito e do Sr. Paulo Gaúcho

Rota Das Rosas

As praças centrais de Extrema integram a Rota das Rosas, uma das cinco regiões turísticas que orientam o fluxo de visitantes que chegam à cidade. A Rota das Rosas corresponde ao centro urbano, marco zero do Município e que tem por atrativo principal o Santuário de Santa Rita de Cássia, localizado na Praça Presidente Vargas. A igreja que conta com imagem fac-simile (cópia idêntica) da padroeira do Município. Em seu interior, encontram-se obras em cobre martelado do artista plástico e mosaicista italiano Alfredo Mucci, que viveu por um período na cidade.

A Rota das Rosas conta ainda com os parques municipais de Eventos e da Cachoeira do Jaguari, Feira do Produtor Rural, Associação de Artistas e Artesãos de Extrema, Centro de Informações Turísticas (CIT), artesanato local e cervejarias artesanais que fazem parte da Produção Associada ao Turismo, além de outlets, restaurantes, pousadas e hotéis para bem receber o visitante.

Caminhar pelas ruas da cidade e pelas praças é sentir o ar do interior de Minas Gerais.

Perguntas Frequentes

Expandir todos

A reforma das praças centrais é realmente necessária?

A revitalização tem como grande objetivo resgatar a vocação original das praças centrais, que já foram espaços mais convidativos para as famílias extremenses. Hoje, as praças apresentam alguns usos que não condizem com a função desses espaços. A Presidente Vargas, por exemplo, acabou virando uma praça de eventos, que se tornaram grande demais para aquele local. E, quando não há eventos, a praça fica com vazios sem qualquer utilidade, especialmente na parte da frente da igreja, deixando o espaço pouco convidativo para a permanência das pessoas. Já na parte de trás do santuário, os canteiros e as árvores grandes acabam “fechando” a praça e tornando o espaço propício para práticas ilícitas. Na Coronel Simeão, os quiosques funcionam como bares e vendem bebidas alcoólicas, o que não é adequado para uma praça que abriga uma escola. Por isso, a reforma tem como objetivo de tornar as praças mais adequadas para as famílias. A reforma também pretende executar a readequação do traçado urbano (de vias e calçadas) visando maior conforto e segurança do pedestre e dos motoristas. A revitalização tornará as praças atrativas também para os turistas. Embora Extrema esteja passando por um processo de desenvolvimento e crescimento muito particular no país, o turista que vem à cidade busca encontrar aqui elementos típicos do interior. Nas palavras da arquiteta Marina Vizini, responsável pelo projeto, “o turista, especialmente o de São Paulo, quer cruzar a divisa com Minas e encontrar Minas. E a praça é o cartão de visita de uma cidade”. Mais do que isso, a praça é um patrimônio do cidadão extremense. Todos nós devemos ser os turistas de nossa própria cidade. Ela deve ser vivida e apreciada sempre por todos nós.

Quais as principais mudanças nas praças?

A ideia é que o local ganhe ares de praça de interior, sem grandes monumentos ou instalações modernas, mas com elementos que harmonizem com seu entorno. É como se a praça, ao final da revitalização, pareça que sempre foi daquele jeito. Alguns elementos típicos de praças serão incorporados ao espaço, como uma bica, um coreto e uma fonte com chafariz, homenagem ao projeto “Conservador das águas”, um dos orgulhos do município de Extrema.

Como se chegou ao projeto que será executado? Quem foi consultado?

Desde abril de 2018, o projeto de revitalização vem sendo pensado por um comitê formado por representantes das secretarias de Turismo, Cultura, Meio Ambiente e Obras e Urbanismo. Esse grupo vem debatendo amplamente a revitalização com a sociedade envolvida diretamente com as praças centrais, como moradores, comerciantes, taxistas, representantes do Santuário de Santa Rita, da Feira do Produtor Rural, da Produção Associada ao Turismo, da Crearte e da Escola Estadual Odete Valadares. A proposta também foi apresentada aos vereadores, aos funcionários da prefeitura e ao Conselho Municipal de Turismo (Comtur), instância de governança local onde se discute as questões do turismo. Desde o início desse processo, já foram mais de 30 reuniões com diversos setores da sociedade. Após as sugestões de cada setor, foi finalizado o projeto que vai transformar o complexo em um dos cartões-postais de Extrema.

Para onde irão os eventos hoje realizados na Praça Presidente Vargas?

Uma vez constatado que a Praça Presidente Vargas não comporta mais eventos grandiosos, será preciso realocá-los. Uma das opções é o Extrema Futebol Clube, que está sendo reformado pela Prefeitura após assinatura de termo de comodato válido por 30 anos. A parceria vai permitir a construção de uma arena multiuso no clube, que tem fácil acesso e fica bem próximo às praças centrais.

Quanto vai custar a obra?

A obra de revitalização das praças centrais vai custar R$ 1.580.550,87 e será feita pela RX Construtora Eireli, vencedora da licitação.

Quanto tempo vai durar a reforma?

A previsão é que a reforma de todas as três praças dure cerca de 11 meses. É com esse prazo que a empresa responsável trabalhará para impactar minimamente a comunidade do entorno. Mas sabemos que obras quase sempre vêm acompanhadas de imprevistos. Por isso, a Prefeitura pede a compreensão da população, caso o prazo tenha que ser estendido.

As praças serão reformadas ao mesmo tempo?

Não. Para minimizar os impactos, a revitalização foi dividida em quatro etapas: 1ª – Praça Coronel Simeão 2ª – Praça Olinto Fonseca 3ª – Praça Presidente Vargas (parte da frente da igreja) 4ª – Praça Presidente Vargas (parte de trás da igreja)

Haverá retirada de alguma árvore?

As árvores da parte da frente da igreja, na Praça Presidente Vargas, serão mantidas, porque ainda estão jovens e sadias. Porém, o estudo feito previamente pela equipe responsável indicou que algumas árvores que ocupam a parte posterior da igreja podem afetar a estrutura do santuário. Outras árvores já estão danificando a calçada e o asfalto. E algumas espécies com folhas pequenas favorecem o entupimento de calhas. Por isso, nas três praças, 28 árvores serão retiradas, 21 serão mantidas e outras 10 novas espécies mais adequadas serão plantadas.

Haverá compensação das perdas?

Sim. Para compensar as substituições, um estudo da Secretaria de Meio Ambiente apontou que 1.980 árvores deverão ser plantadas no município, o que será feito pela própria Prefeitura.

Como ficam as missas do Santuário de Santa Rita durante a reforma da praça?

As missas e os casamentos já agendados serão realizados normalmente.

Os táxis continuarão na praça?

Sim. Pelo projeto e após conversas com os próprios taxistas, ficou acertado que o ponto de táxi será transferido para a frente do Centro de Informações Turísticas (CIT).

Como fica o trânsito durante as obras?

O trânsito pode sofrer algumas alterações, porque a empresa responsável precisará descarregar materiais e estacionar caminhões, caçambas e outras máquinas. Por isso, a Prefeitura fará a comunicação das possíveis interdições com a maior antecedência possível. Fique atento ao site da Prefeitura, às redes sociais e à imprensa.

As praças terão acessibilidade?

Sim. O projeto já prevê que as praças sejam totalmente acessíveis a cadeirantes, idosos e a população em geral.

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