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Secretaria de Cultura divulga lista de documentos históricos importantes para estudantes e interessados em estudar história de Extrema

07/01/2022

Durante o ano de 2021, a Secretaria de Cultura de Extrema continuou a realizar atividades de pesquisa relacionada a temas e períodos da história de Extrema. Visando auxiliar cidadãos e estudantes interessados em estudar aspectos da história de Extrema, a Secretaria de Cultura indica abaixo alguns dos documentos mais importantes já localizados até o presente momento:

  1. Assentos de batismo, de casamento e de óbito de moradores locais contidos em livros do Arquivo Paroquial de Camanducaia – da década de 1770 até 1832. (Arquivo Paroquial de Camanducaia)
  2. Autos de Patrimônio da Capela de Santa Rita – da Freguesia de Camanducaia – 1819. (Arquivo Metropolitano Dom Duarte Leopoldo e Silva – São Paulo)
  3. Ata da eleição da mesa instalada na Capela de Santa Rita (da Freguesia de Camanducaia) para a nomeação de Juiz de Paz e suplente da mesma – 1831. (Museu Tuany Toledo – Câmara Municipal Pouso Alegre)
  4. Provisão de Capela Curada para a Capela de Santa Rita – da Freguesia de Camanducaia – 1832. (Arquivo Metropolitano Dom Duarte Leopoldo e Silva – São Paulo)
  5. “Formulário” do Censo da Província de Minas Gerais do Distrito de Santa Rita preenchido pelo Juiz de Paz, Félix José de Noronha Negreiros – que atuou no Registro do Jaguari. Este formulário consta no “Mapa de população de diversos distritos de Pouso Alegre, 1833.” (Arquivo Público Mineiro – Belo Horizonte).
  6. Listas dos cidadãos que integraram a Guarda Nacional – do Distrito da Capela de Santa Rita (Freguesia de Camanducaia) – da década de 1830. (Museu Tuany Toledo – Câmara Municipal Pouso Alegre)

De acordo com a Divisão de História da Secretaria de Cultura é impossível tratar da história de Extrema sem analisar tais documentos, pois eles contêm referências ao “Lugar do Registro”, ao “Cemitério do Registro” e ao “Bairro do Registro” e demonstram que casamentos foram celebrados no Registro do Jaguari entre 1812 e 1815 – sendo que, de forma significativa, a primeira referência à Capela de Santa Rita, localizada até o momento, data de 1816. Tais documentos, contudo, não são os únicos que devem ser levados em consideração por quem pretende iniciar pesquisa sobre a região.

Nessa ação devem ser considerados documentos relacionados à concessão de sesmarias, à criação de freguesias e vilas diversas, ao estabelecimento dos limites entre Minas Gerais e São Paulo, ao Registro do Rio Jaguari, à Capela de Santa Rita, entre muitos outros. Naturalmente, a análise de tais documentos (na sua grande maioria manuscritos) deverá ser realizada a partir de um diálogo com autores que abordam o contexto estudado e questões vistas nos documentos localizados.